Ebook:

A proteção das crianças depende de um olhar singular

Olá,

Sou Cátula Pelisoli

Sou psicóloga judiciária (CRP 07/15187) e meu trabalho diário é com a proteção de crianças e adolescentes. É sob o olhar da prioridade da infância e juventude que eu atendo cada caso no Fórum onde atuo e é um pouco dessa experiência que vou compartilhar por meio deste Ebook. A minha trajetória profissional pode ser consultada na Plataforma Lattes, por isso, não vou dar detalhes aqui de cada etapa desse caminho que percorri. Esta trajetória me permitiu, hoje, apresentar para vocês este trabalho, que, para mim, é inovador e, ao mesmo tempo, revela um pouco mais como eu vivencio o dia a dia da psicologia forense.

Este Ebook não trata de casos reais, mas aborda, a cada capítulo, uma história fictícia com conteúdos de várias realidades, misturando vários personagens para compor outros. Eu não somente conto histórias. Também trago alguns conteúdos teóricos, de forma leve e acessível, para contribuir no entendimento da história de vida apresentada. Minha intenção é informar e sensibilizar. As situações com as quais trabalhamos são muito sensíveis e requerem um olhar atento e diferenciado. Compartilhar a experiência humana que vivenciamos ao trabalhar com a psicologia no sistema de Justiça, pode contribuir para que a sociedade melhor conheça a realidade de seu país, de sua gente, das famílias e das crianças.

01

Casos fictícios,

conteúdos reais

02

Conteúdo teórico escrito de forma leve e acessível

03

Ilustrações exclusivas para o ebook

Veja o que minhas primeiras leitoras falaram sobre o Ebook:  

Uma excelente iniciativa de uma renomada profissional. A autora traz, a partir de histórias difíceis, mas muitas vezes cotidianas, ensinamentos fundamentais para a proteção das crianças. Com leitura leve e instigante, este livro nos permite conhecer realidades vulneráveis e descobrir como agir diante delas

Gabriela Soares Peixoto

Assistente Social Judiciária

Sumário:

Temas abordados neste Ebook

1. “Por favor, moça, eu não vou fazer isso de novo” – A perda da guarda do filho por abuso físico

2.“Eu prefiro entregar nas mãos de alguém que pode cuidar, a ver a criança passar comigo por coisas que nem eu deveria passar” - O papel da mulher e a entrega de filhos para adoção

3.“Parece que ninguém queria enxergar. É como se os olhos de todo mundo estivessem fechados” – Abuso sexual intrafamiliar

4.“Eu já falei um milhão de vezes. Por que você não pergunta para a outra pessoa o que eu contei?” – Depoimento de crianças na justiça e violência institucional

5.“O meu filho tem muitos problemas de saúde e eu preciso de alguém que me ajude” – Adoção com que intenção?

6.“Eu aprendi a caminhar na cadeia” – Adolescência e ato infracional

Para quem eu recomendo

este Ebook:

Estudantes e profissionais de psicologia, serviço social, direito, pedagogia e áreas afins

Conselheiros tutelares

Professores

Profissionais que atuam nas áreas da justiça, saúde, assistência social e educação

Sociedade em geral e demais interessados nos temas abordados

Comprando hoje você irá receber:

Ebook: A proteção das crianças depende de um olhar singular

Bônus: Uma videoaula (35 min) exclusiva sobre o tema “Infância no Brasil: entre a proteção e a vulnerabilidade”

Valor:

R$57,90

Parte da renda será revertida em ações de proteção a crianças e adolescentes (5% sobre a renda líquida, descontados impostos, após seis meses de vendas).

Ficou na dúvida?

Conheça agora um trecho do Ebook.

“...Em sua cabeça, passavam mil coisas. Ouvia o que a prima havia dito, ouvia a mãe esbravejar, revivia tantas cenas que ela sempre procurou evitar. Nesses minutos em que tudo acontecia tão rápido, dentro e fora de seus pensamentos, Júlia irrompeu em lágrimas. Descontroladamente, chorava. A menina, geralmente, agressiva e evitativa, que acabava afastando todos com sua conduta, conquistou olhares curiosos por sua reação inesperada. Luíza, que vociferava palavras de ódio contra sua irmã, conseguiu enxergar um sofrimento na filha, que, até então, não via. Quando a mãe voltou seu olhar para Júlia, a menina disse que a prima falava a verdade, pois aquilo ocorrera com ela também, muitas vezes, desde seus seis anos de idade. Desnecessário dizer que Luíza restou lívida. Não podendo duvidar da filha, como minutos antes tentava fazer com a sobrinha, Luíza ouviu e Júlia pôde, então, falar, pois tinha escuta, porque tinha, ali, um olhar singular e atento.”

Trecho do capítulo 3. “Parece que ninguém queria enxergar. É como se os olhos de todo mundo estivessem fechados” – Abuso sexual intrafamiliar

Obrigada por seu interesse!

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